O mercado de Calçados no Brasil
O varejo de moda também pode explorar a comercialização de calçados, bolsas e outros acessórios, como carteiras e cintos.Dados da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), de 2012, revelam que a indústria de calçados tem um importante papel econômico e social para o Brasil. Além de gerar emprego e renda, tem impacto relevante na balança comercial, com exportações superiores a US$ 1 bilhão ao ano.
O País possui mais de 8,2 mil estabelecimentos que fabricam calçados, que geram mais de 340 mil postos de trabalho. Já as bolsas, são acessórios indispensáveis do guarda-roupa feminino. Além de terem a utilidade de guardar e organizar objetos e documentos, as bolsas funcionam como um importante item de moda que, muitas vezes, retrata a personalidade da consumidora.
De acordo com o estudo Mercado Potencial de Calçados em Geral, elaborado pelo do Instituto de Estudos de Marketing Industrial (IEMI), em 2014, o volume de calçados fabricados em 2013 foi de 899 milhões de pares, com previsão de crescimento de 3,6% em 2014.
Outro levantamento também realizado pelo IEMI, com o apoio da Abicalçados, apontou que a produção de calçados cresceu 5,5% em volume de pares em 2012 (no total de 864 milhões de pares), em comparação com 2011 (819 milhões). O faturamento do setor chegou a R$ 23,9 bilhões, um aumento de 9,8% com relação a 2011.
Sobre o mercado varejista de calçados e bolsas, a Couromoda realizou, em outubro de 2012, com apoio da Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados (Ablac), o estudo Perfil do Varejo Brasileiro de Calçados e Bolsas. Foram pesquisados 3.331 pontos de venda, de 200 cidades de todas as unidades da federação.
Os dados mostram que o maior número de estabelecimentos concentra-se na região Sudeste (41%), seguido da região Sul (25%). As regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste estão empatadas, com 17% dos estabelecimentos do setor cada. Segundo a pesquisa, 47% das empresas possuem um faturamento mensal até R$200 mil, 22% faturam entre R$ 201 mil e R$ 400 mil e 13% faturam mais de R$ 800 mil.
Fonte: SEBRAE
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